Indefinição na política de preços e medo de intervenção explicam temor sobre rumos da Petrobras no governo Lula

Indefinição na política de preços e medo de intervenção explicam temor sobre rumos da Petrobras no governo Lula
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Antes mesmo de o senador Jean Paul Prates (PT-RJ) ser oficialmente indicado para assumir o comando da Petrobras, medida formalizada nesta sexta-feira, 13, a estatal iniciou 2023 envolta pelo medo de intervenção do governo federal nos rumos da empresa e em incertezas causadas, em especial, pelas diretrizes que seriam adotadas para a mudança da política de preço dos combustíveis, uma vez que as tarifas impactam diretamente na inflação. O diesel, por exemplo, influencia os custos do transporte público e de outras cadeias produtivas devido ao frete. A gasolina e o etanol, por exemplo, pesam no bolso dos motoristas. Por outro lado, o mercado financeiro também reagiu à decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de excluir a petroleira da lista de estatais que seriam privatizadas. Logo nos primeiros dias do ano, as ações da Petrobras registraram queda de mais de 6% – em 2 de janeiro, por exemplo, um dia depois de medida tomada pelo presidente, os papéis da Petrobras ON (PETR3) e Petrobras PN (PETR4) encerraram o dia com perdas de 6,67% e 6,45%, respectivamente.

Bruno Bairros

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