Em comemoração dos 200 anos de independência do Brasil, Rogério destacou figuras importantes da história

Em comemoração dos 200 anos de independência do Brasil, Rogério destacou figuras importantes da história
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As comemorações dos 200 anos de Independência do Brasil aconteceram em todo o país, e em Comodoro, a solenidade pela manhã relembrou nossa trajetória e o contexto em que nosso país se encontrava há dois séculos, sufocado e ansioso pela liberdade.

Servidores públicos, secretários, secretárias, alunos e alunas da rede pública de educação e diversas autoridades políticas de nosso município estavam presentes em meio à concentração de pessoas que se reuniram na Praça dos Pioneiros para juntos entoarem o hino nacional, o hino do Mato Grosso e o de Comodoro, em atitude de respeito, enquanto as respectivas bandeiras eram hasteadas.

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A presidente da Câmara dos Vereadores, Gleyce Gonçalves esteve presente, e em seu discurso relembrou dos desfiles do 7 setembro na infância e disse estar ansiosa pelo próximo 7 de setembro, quando a avenida já estará toda revitalizada, e será palco de desfiles e apresentações em comemoração à data.

Os Bombeiros do Futuro se fizeram presentes, e responderam em uníssono ao “Bom Dia” do Prefeito de Comodoro que discursou na solenidade. Confira trechos da fala de Rogério:

“Nós assistimos chegar ao nosso país, num invólucro vindo de Portugal, o coração de Dom Pedro I… Mas, voltando um pouquinho na história, a gente percebe a grandiosidade desse homem, e que por mãos dele o nosso país ganhou a liberdade que hoje temos. Dom João VI já estava praticamente num exílio em Portugal, sob o domínio das cortes Portuguesas, instauradas depois de um levante feito na cidade do Porto, uma revolução nacional que tomou o poder praticamente e deixou Dom João como uma figura decorativa. Estas cortes davam ordens ao nosso país, e então Dom Pedro, que até então era Príncipe Regente, Pedro de Alcântara, decidiu não mais cumprir ordens de Portugal. ‘Não cumprirei mais ordens desse país!'”

Enquanto isso, também havia aqui no Brasil uma revolução, mais branda, em que a elite dominante, a classe mais rica de nosso país, juntamente com algumas entidades forçavam também Dom Pedro, ainda Príncipe Regente, a tomar uma posição.

Vindas do Rio de Janeiro, das mãos da Princesa Leopoldina, as cartas que continham participação e ajuda do mentor José Bonifácio deram o pontapé inicial. E foi então, para menos de 10  pessoas que o Príncipe Regente disse: ‘Chega, vamos romper com Portugal! Queremos a nossa liberdade!’.

“Este homem tinha pulso. Ele falou que o nosso país daquele momento em diante seria liberto, não mais deveria nada a Portugal e assim se cumpriu. Como a professora Regina disse, nossa liberdade foi conquistada. Pagamos a preço de sangue e depois, pagamos em dinheiro também, porque Portugal só reconheceu a nossa liberdade uns 5 ou 6 anos depois. Este homem teve o pulso de marcar o momento de liberdade da nossa história. Viva o povo brasileiro! Viva a nossa nação! Viva o povo Comodorense!” concluiu Rogério.

Ao som da música “Verde e Amarelo” de Roberto Carlos, a solenidade em comemoração aos 200 anos de independência do Brasil teve fim, e os presentes se dispersaram com o refrão da música na cabeça:

“Veeeerde e amarelo!”

Por Patrícia Custódio

Bruno Bairros

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