Rolos e pincéis trabalharam através do carinho e da empatia transformando a APAE de Comodoro

Rolos e pincéis trabalharam através do carinho e da empatia transformando a APAE de Comodoro
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O plano era pintar as salas, mas saiu de controle e pintou toda a sede

Enquanto o mundo se tranca dentro de casa com a esperança de que as coisas retornem ao normal, um professor deu as mãos à empresários que abraçaram a ideia de dar novas cores a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE)  de Comodoro. Com a escola parada por causa do Covid a equipe resolveu usar o momento como oportunidade para pintar as salas de aula. 

Com a ideia em mente, eles se dirigiram ao Sicoob e apresentaram o plano, que mais do que prontamente foi apoiado com a doação do dinheiro para a compra das tintas. O gesto contagiou outros, que juntos pintaram paredes, calçadas, grades e fachada da sede.

Com o dinheiro em mãos, e com as novas cores das salas de aula em mente, a APAE foi até a Guaporé Tintas que somou com a doação de mais uma lata, colorindo também as paredes do salão. A equipe, animada com o carinho das doações, se empolgou e buscou mais ajuda, que dessa vez veio da Casa do Produtor, com a doação da tinta para a calçada. As grades, foram coloridas pela Ferragens Comodoro, enquanto as portas foram agraciadas por doadores que preferem o anonimato.

A Casa Nova, representada pelo Marco Castilho, abraçou a história e doou a massa necessária para fazer parte da fachada texturizada. Nessa brincadeira, presente para os 69 alunos matriculados, também entrou o Matheus, proprietário da Sebbem, que doou a tinta escura da fachada.

O piso também foi pintado, e dessa vez com a ajuda da Diva, moradora do Macucu. Pincéis e materiais extras como thinner também vieram de doações. A única coisa que foi comprada com recurso próprio da APAE foi o rolo de fita adesiva. Os andaimes, foram emprestados pelas mesmas mãos que se doaram para pintar toda a sede.

Marcelo Carvalho é professor de artes, educação física, hidroginástica e natação, mas seu passado como pintor foi quem deu a aula nessa história. Ao invés de cuidar das obrigações pessoais, o professor ensinou sobre empatia e amor através dos rolos e pincéis.

A diretora social da APAE, Rose Gonçalves, nos contou a história cheia de felicidade e gratidão. “Saber que podemos contar com as pessoas é muito bom, de pouco em pouco foi feita uma grande transformação. Quando os alunos voltarem vão achar um ambiente muito melhor. Adoramos oferecer isso a eles, obrigada a todos!”

Fonte: Jornal O Diário / da Redação: Patrícia Custódio

Bruno Bairros

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