CORONAVÍRUS: COMODORO PRECISA DE MAIS AÇÕES COMPARTILHADAS

De nada adianta as autoridades elaborarem decretos, comprar equipamentos de proteção, medicamentos, exames, procurar UTIs para casos mais sérios, leitos de enfermagem, fazer visitas `as residências e empresas, se não houver o empenho de cada um para que o vírus não se alastre mais ainda no município.
Segundo o boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde de Comodoro, com os dados recolhidos até às 09h da manhã, foram 31 pessoas confirmadas com o Coronavírus, do dia 07 de agosto até o dia 10 de agosto ( com sábado e dom ingo). Dessas, 19 do sexo masculino e 12 do sexo feminino.
Em 10 de agosto, até às 9h havia 101 pessoas sendo atendidas em domicílio, 03 internadas em enfermaria e nenhuma na UTI.
O número de pessoas suspeitas de estar contaminadas baixou de 97 para 80.
O maior número de casos está na faixa etária de 21 a 50 anos e o menor de pessoas com mais de 70 anos.
O número de recuperados se mantém em 114, desde o dia 29 de julho.
Os Bairros São Francisco (39), Cristo Rei (34) e o Centro (34) são as regiões do município que até 10 de agosto apresentaram o maior número de casos positivos.
ÓBITOS
Três pessoas em Comodoro faleceram por COVID 19 desde o início da Pandemia: a senhora Ercília dos Santos Oliveira, de 79 anos; o senhor João Ferreira de Almeida, de 55 anos e o senhor Gilmar Piovesan, de 61 anos.
A morte do servidor público Ademir Gomes(Polaquinho) está sendo investigada, portanto não pode ser classificada ainda como causada por COVID-19.
AUTOMEDICAÇÃO
É preciso muito cuidado ao tomar medicamentos ditos “milagrosos”, pois as complicações poderão ser maiores.
CUIDAR DE FATO E NÃO FAZER DE CONTA
De nada adianta fingir que usa máscara, que lava as mãos, que pratica o isolamento, que não faz festinhas.
De nada adianta culpar o prefeito pelos decretos, pois os decretos são decorrência do maior número e da gravidade dos casos e as decisões são de um comitê formado por representantes de vários setores da sociedade.
De nada adianta em casa ou no trabalho, uns se cuidarem e outros não.
Essa doença exige coletividade, atenção e respeito pelo outro.
A solidão é uma grande consequência da COVID 19, pois as pessoas tem que ficar isoladas, mas a solidariedade é a maior arma contra ela.