UTI aérea de MT faz primeiro transporte de paciente

Paciente estava em tratamento no Hospital Municipal de Confresa e foi transferida para um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa, na capital.
A UTI aérea de Mato Grosso fez o transporte da primeira paciente, nessa quinta-feira (30), de Confresa, a 1.160 km, para Cuiabá, uma mulher com insuficiência renal aguda.
De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), a paciente estava em tratamento no Hospital Municipal de Confresa e foi transferida para um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Santa Casa, na capital.
As equipes do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) e do Ciopaer saíram de Confresa às 15h30, com chegada às 17h40, no hangar do grupamento aéreo, em Várzea Grande, região metropolitana.
A SES-MT informou que todos os meses cerca de 70 pacientes precisam ser transportados de UTI aérea, entretanto, como o estado não tinha um avião próprio, o serviço era alugado.
A atividade de transporte aeromédico foi instituída por meio do Termo de Cooperação Técnica n° 405/2019, firmado entre a SES e a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT).
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De acordo com a Secretaria Adjunta de Regulação, Controle e Avaliação, a SES gasta uma média de R$ 1,5 milhões por mês – R$ 18 milhões ao ano – com a contratação do serviço de UTI aérea com aproximadamente 70 voos mensais.
Atualmente, o estado paga R$ 21,65 por quilômetro voado e contrata, em média, 70 mil quilômetros por mês. Desses 70 voos realizados por mês, a SES estima que de 20 a 23 sejam substituídos pela aeronave do estado. O Governo prevê uma economia inicial de R$ 5 milhões ao ano, com transporte de paciente em situação de emergência.