CCJ da Câmara de Vereadores de Cuiabá vota contra a cassação de vereador investigado por quebra de decoro

CCJ da Câmara de Vereadores de Cuiabá vota contra a cassação de vereador investigado por quebra de decoro
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Dos integrantes da CCJ, dois votaram a favor do arquivamento do processo da Comissão de Ética favorável à cassação do mandato de Abílio Júnior e um contra. Agora, o parecer deverá ser votado em plenário.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara de Vereadores de Cuiabá deu parecer, nesta quarta-feira (4), pelo arquivamento do processo de cassação do vereador Abílio Júnior (PSC). Ele foi investigado pela Comissão de Ética por quebra de decoro parlamentar.

O parecer da CCJ foi dado com base no relatório da Comissão da Ética que apontou que Abílio possui comportamento não condizente com a postura de um parlamentar. O relatório foi votado e aprovado no mês passado.

Relatório foi analisado pela Comissão de Constituição e Justiça — Foto: Câmara de Vereadores de Cuiabá/Assessoria
Relatório foi analisado pela Comissão de Constituição e Justiça — Foto: Câmara de Vereadores de Cuiabá/Assessoria

Dos integrantes da CCJ, dois votaram a favor do arquivamento do processo e um contra. Votaram a favor o relator do processo na CCJ, Wilson Kero Kero (PSL), e o presidente da Comissão, Lilo Pinheiro (PDT).

Já o vereador Juca do Guaraná Filho (Avante) votou a favor da cassação e defende a manutenção do relatório da Comissão de Ética.

Agora, o parecer deverá ser votado em plenário. A previsão é que entre na pauta da sessão desta quinta-feira (5).

Segundo o relatório da Comissão de Ética, que está sob análise, Abílio responde a 17 boletins de ocorrência. Ele foi autuado por coação de servidores, invasão de privacidade, desacato e gravação ilegal. O pedido de cassação de Abílio foi feito em agosto do ano passado pelo suplente dele, Ozéias Machado, também do PSC.

Abílio começou a ser investigado depois de dois casos. Um deles no mês de maio quando o vereador foi até a casa do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), localizada no Bairro Jardim da Américas, para, supostamente, fiscalizar uma obra que estaria sendo executada na residência. À época, ele era presidente da CPI da Saúde, que investigou fraudes no setor e culminou com a prisão do ex-secretário de Saúde Huark Corrêa.

Bruno Bairros

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